Icone do clima

Mídias tradicionais

Estudos do Financial Times (GWI) e The New York Times apontam queda no uso das redes sociais e incentivam marcas a retomarem mídias tradicionais

Estudos do Financial Times (GWI) e The New York Times apontam queda no uso das redes sociais e incentivam marcas a retomarem mídias tradicionais
Estudos do Financial Times (GWI) e The New York Times apontam queda no uso das redes sociais e incentivam marcas a retomarem mídias tradicionais
Publicado em 14/11/2025 às 18:37

Relatórios internacionais mostram que o tempo de uso das plataformas digitais caiu desde 2022, levando marcas a redistribuir investimentos e fortalecer TV, rádio, impressos e mídia externa.

Uma mudança relevante começa a redefinir o mercado publicitário global e brasileiro. A queda no tempo de permanência dos usuários nas redes sociais está impulsionando um retorno estratégico aos meios tradicionais de comunicação — televisão, rádio, jornais, revistas e mídia externa — que agora recuperam espaço após anos de hegemonia digital.

Segundo análise publicada pelo Financial Times, com base em dados mundiais da GWI (GlobalWebIndex), o uso das redes sociais atingiu seu auge em 2022 e caiu, em média, cerca de 10% nos países desenvolvidos. O The New York Times reforça essa tendência e destaca que grandes anunciantes têm migrado parte de seus orçamentos de volta para veículos tradicionais, especialmente o impresso, que recupera protagonismo por atributos como credibilidade, profundidade editorial e confiabilidade — características cada vez mais questionadas nas plataformas digitais.

Esse movimento representa uma reorganização importante nas estratégias de comunicação. Com o excesso de estímulos no ambiente digital, a queda expressiva da atenção do usuário e o aumento da saturação das redes sociais, marcas começam a buscar meios considerados mais sólidos, estáveis e eficazes para construir reputação e presença institucional.

A retomada também se reflete na mídia externa (OOH), que registra crescimentos sucessivos impulsionados por formatos digitais de grande impacto visual e campanhas nacionais de ampla cobertura. Paralelamente, a TV aberta volta a exercer peso significativo nas verbas publicitárias, e jornais e revistas retornam ao planejamento das marcas como canais de autoridade, alcance e profundidade narrativa.

Especialistas ressaltam que essa mudança não representa uma rejeição ao digital, mas sim a construção de um novo equilíbrio. A combinação entre mídias tradicionais e plataformas online passa a ser vista como a estratégia mais eficiente para ampliar alcance, reforçar confiança e diversificar pontos de contato com o público.

WhatsApp

Envie suas notícias

Clique aqui para falar conosco no WhatsApp SÃO PAULO Clima