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Astrologia

2026 será o ano do cavalo no horóscopo japonês

2026 será o ano do cavalo no horóscopo japonês
Por Xu Beihong
Publicado em 03/01/2026 às 15:31

Entenda como isso pode impactar seu novo ano.

“Não importa o que acabou, o que importa é o que vai começar” é uma frase da célebre escritora Clarice Lispector. Hoje (01/01/2026), celebra-se a chegada de um novo ano, tradicionalmente associado ao início de ciclos, à renovação de hábitos e à expectativa de mudanças. Entre as crenças culturais que acompanham esse período, o Ano do Cavalo surge como metáfora de movimento, intensidade e impulso.

Diferentes culturas, de distintos lugares do mundo, têm a sua maneira de entender esse recomeço. Uma das mais influentes, a japonesa, possui um sistema interessante – originário do zodíaco chinês.

Arte de Mori Yoshitoshi sobre os doze animais do zodíaco

Juunishi (十二支)

Juunishi, ou horóscopo japonês, é um processo no qual o tempo é dividido em ciclos (Eto (干支)) de doze anos cada. Cada ano é regido por um dos doze animais associados com o xintoísmo.

São eles: Boi, Cabra, Cão, Cavalo, Coelho, Dragão, Galo, Javali, Macaco, Rato, Serpente e Tigre. Cada animal representa a energia de cada período, de modo que o signo regente influenciará os acontecimentos, tanto a nível individual quanto coletivo.

O Cavalo

Para 2026, o animal associado é o Cavalo de Fogo Yang. Ele traz consigo iniciativa, muito dinamismo e uma expansão das interações sociais desafiadoras. 

Significa que é o período ideal para impulsionar novos projetos e ideias, transformando-os em ação. O senso de urgência é forte, o que pode causar certa ansiedade ao tentar colocar tudo em prática. O importante é lembrar que a paixão e a criatividade deste ano devem ser balanceadas com a prudência e os momentos de centralidade para reflexão interna.

Resumo

Nesse contexto, manter o ‘pé no chão’ e a ‘cabeça fria’ são o caminho para equilibrar o fogo que acompanha o Cavalo. Assim, torna-se possível sustentar o foco no que está por vir, sem se prender ao que ficou para trás — exatamente como previu Lispector.

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